A literatura da imigração de língua alemã no Brasil: uma janela para o país



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CÂMARA CURRICULAR DO CoPGr

FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE DISCIPLINAS


NOME DA DISCIPLINA: “A literatura da imigração de língua alemã no Brasil: uma janela para o país”.

PROGRAMA/ÁREA: Língua e Literatura Alemã.

VALIDADE INICIAL (Ano/Semestre): 1º semestre de 2015.

Nº DE CRÉDITOS: 08.

Aulas Teóricas: 04 Aulas Práticas, Seminários e Outros: 04 Horas de Estudo: 02.

DURAÇÃO EM SEMANAS: 7 (2 dias por semana: terças e quintas, das 14:00 às 18:00 horas) – de 17 de março a 30 de abril.

DOCENTE RESPONSÁVEL: Celeste H. M. Ribeiro de Sousa.

Período de inscrição: 19.01-01.02.2015 em https://uspdigital.usp.br/janus

Mais informações: Secretaria de Letras Modernas – FFLCH.

Fone: (11) 3091 4296 ou flm@usp.br


PROGRAMA


OBJETIVOS:

A disciplina “A literatura da imigração de língua alemã no Brasil: uma janela para o país” tem cinco objetivos principais:

1. Levar ao conhecimento de um maior público acadêmico a existência de uma literatura produzida em língua alemã (às vezes em português) no Brasil e sobre o Brasil por imigrantes e por seus descendentes falantes desse idioma. Os textos do corpus, publicados em caracteres góticos e usados na disciplina, já foram transcritos para o alfabeto latino.

2. Dar contorno expressivo às vozes presentes nos textos literários do mencionado corpus, praticamente silenciadas, por causa da barreira da língua em que se encontram registradas. Os textos desse corpus já têm tradução para o português.

3.Avaliar/reavaliar, a partir do corpus escolhido, essa literatura à luz das seguintes bases crítico-teóricas: poeticidade, estudos da memória; aculturação; imagologia; colonialismos/ pós-colonialismos.

4. Contribuir para um melhor e mais abrangente entendimento da cultura brasileira.

5. Divulgar o projeto “literatura brasileira de expressão alemã” – www.martiusstaden.org.br e, para ele, atrair mais pesquisadores.
JUSTIFICATIVA:

Hoje, apesar dos movimentos nacionalistas, a palavra “globalização” continua sendo a tônica em todas as transações feitas no planeta, chamando a atenção nesse processo os movimentos migratórios e os choques culturais, que eles desencadeiam mundo afora. No entanto, esse fenômeno já ocorreu no passado, em outras circunstâncias. Embora o conceito de “pós-colonialismo” tenha nascido no bojo do desmantelamento do império britânico com a consequente independência de suas colônias, há desligamentos coloniais da metrópole bem antes dessa data. Um desses casos é o do Brasil. Mas, enquanto o “pós-colonianismo britânico” já foi objeto de inúmeras investigações, os estudos do “pós-colonialismo português”, em particular no que se refere ao Brasil, são muito poucos.

Dentre os testemunhos desse “pós-colonialismo”, que se refere ao Brasil, está a literatura stricto sensu produzida pela minoria de língua alemã estabelecida no país, desde o finalzinho do século XIX, passando por todo o século XX, até os dias de hoje (poemas, romances, novelas, contos, peças de teatro, textos memorialísticos, ensaios, traduções de obras da literatura brasileira para o alemão, veiculados em brochuras, em Kalender, em jornais). Trata-se, porém, de uma produção, cujo universo ainda se desconhece: nem o total de autores nem o total de obras é conhecido. Além disso, os textos dessa literatura, ainda que tenham recebido atenção por parte de vários estudiosos, sempre foram avaliados do ponto de vista temático e/ou estético, uma avaliação parcial, marcada ora pelo impressionismo ora pela estilística.

A disciplina, ora proposta, também tem um inevitável alcance limitado, mas as bases crítico-teóricas à disposição para investigar os textos do corpus, permitem uma sua (re)avaliação, desconstruindo-se com isso uma série de preconceitos, criados ao longo do tempo, e que têm acompanhado essa literatura com persistência. Por exemplo, a) não se trata, como alguns acadêmicos pensam, de uma literatura irrelevante, porque supostamente escrita por camponeses; essa literatura tem, sim, valor poético, embora haja obras de todas as potenciações de significado; b) não é uma produção circunscrita ao passado, pois continua sendo produzida, embora com bem menos intensidade; c) não é uma produção “ilhada” na zona rural brasileira, porque, a título de exemplo, o jornal “Brasil Post”, em língua alemã, que até há pouquíssimo tempo veiculava parte dessa literatura, circulava em todo o país, onde houvesse leitores do alemão.

Analisar e confrontar essas produções também traz, certamente, uma boa contribuição ao entendimento da natureza cultural uni-diversa do Brasil hodierno, da formação da(s) auto e heteroimagem(ns) do país e, como aventamos atrás, à compreensão do complexo e ainda não inteiramente destrinchado processo de descolonização português, particularmente no que se refere ao Brasil, assim como à compreensão do sui generis colonialismo/pós-colonialismo alemão e do pós-colonialismo brasileiro. Destaque-se neste campo, a investigação de seu alcance e função, junto aos membros da(s) colônia(s), na tessitura e no fortalecimento do duplo sentimento de pertença denominado “Deutschtum/Deutschbrasilianertum” no passado.

A disciplina em pauta baseia-se numa pesquisa extensa, em curso, cujo ponto de partida está locado no site www.martiusstaden.org.br, com o título “Literatura brasileira de expressão alemã”, com o objetivo de construir um banco de dados a englobar a contextualização dessa literatura, teorias de apoio para sua análise e interpretação, método de trabalho, descoberta, levantamento e registro dos textos, tanto os literários quanto os ensaísticos e os críticos, bem como a tradução desses mesmos textos para o português e dados biográficos dos autores. Com isso, objetiva-se estimular a redação de artigos críticos sobre o assunto.


É, tanto quanto sei, a primeira vez em que textos literários, produzidos em língua alemã (eventualmente em português) no Brasil e sobre o Brasil por imigrantes e por seus descendentes, falantes desse idioma, são objeto de estudo numa disciplina de Pós-Graduação no país.

CONTEÚDO (EMENTA):
A literatura da imigração de língua alemã no Brasil: uma janela para o país”


1ª aula: 17 de março

  1. Apresentação. Distribuição, leitura e comentário do programa/cronograma. Distribuição de trabalhos: trabalhos intermediários + trabalho final.

  2. Introdução à literatura da imigração de língua alemã no Brasil. Contextualização histórica. Preconceitos, limitações, alcance, corpus. Os acervos existentes.

  3. Siri, Hilda. Die alte Truhe (O velho baú). Leitura, análise e interpretação.


2ª aula: 19 de março

  1. A questão do tempo. A memória.

  2. Grellert, Otto. Jedem sein Paradies (A cada um seu paraíso). Leitura, análise e interpretação.


3ª aula: 24 de março

  1. As imagens do Brasil no imaginário dos imigrantes.

  2. Wustrow, Wilhelm. Die Edelsteinsucher. Ein Märchen vom Curupira (Os caçadores de pedras preciosas. Uma conto sobre o curupira). Leitura, análise e interpretação.


4ª aula: 26 de março

  1. Colonialismo na Alemanha: na época de Bismarck.

  2. Weber, Robert. Ein Weihnachtsmärchen (Um conto de natal). Leitura, análise e interpretação.

  3. Kahle, Maria. Die schwarze Madonna (A Madona negra). Leitura, análise e interpretação.

  4. Siri, Hilda. Die Parade (O desfile). Leitura, análise e interpretação.


5ª aula: 31 de março

  1. Colonialismo no Brasil na época de Hitler.

  2. Schnitzler, Augusto. “Bem-te-vi”. Leitura, análise e interpretação.

  3. Kuchenbecker, Luiz. Andere Länder, andere Sitten (Outras terras, outros usos). Leitura, análise e interpretação.


6ª aula: 07 de abril

  1. Pós-colonialismo na Alemanha e no Brasil.

  2. Herkenhoff, Elly. Meisterschuß (Tiro de mestre). Leitura, análise e interpretação.

  3. Herkenhoff, Elly. Wiedersehen (Reencontro). Leitura, análise e interpretação.


7ª aula: 09 de abril

  1. Pós-colonialismo na Alemanha e no Brasil (continuação). Imagens do Brasil.

  2. Koseritz, Karl von. Die Sühne (A expiação). Leitura, análise e interpretação.

  3. Reitz, Alfred. Wie Klaus Krott zu seiner Stanz kam. Erzählung aus der Campanha (Como Klaus Krott se tornou dono de uma estância. Uma história da campanha gaúcha). Leitura, análise e interpretação.


8ª aula: 14 de abril

  1. Memória, aculturação e identidade. A literatura como meio.

  2. Rheinheimer, Liti Belinha. “Freundschaft mit Wurzeln” (Uma amizade com raízes). Leitura, análise e interpretação.

  3. Rheinheimer, Liti Belinha. O Campanário do tempo. Leitura, análise e interpretação.


9ª aula: 16 de abril

  1. Memória, aculturação e identidade. A literatura como meio. Os Mucker no Brasil.

  2. Siri, Hilda. Mucker und Spötter (Muckers e caçoadores). Leitura, análise e interpretação.



10ª aula: 23 de abril

  1. A criação literária nos textos da literatura da imigração de língua alemã no Brasil. Linguagem grau zero e linguagem figurada.

  2. Siri, Hilda. Kleinigkeiten. Gedicht. (Miudezas. Poema). Leitura, análise e interpretação.

  3. Braun, Mathaeus. Müllers Lena (A Lena do Moleiro). Leitura, análise e interpretação.

  4. Wustrow, Wilhelm. Ein Ente (Um pato). Leitura, análise e interpretação.

  5. Weber, Robert. Ein Weihnachtsmärchen (Um conto de Natal). Leitura, análise e interpretação.

  6. Schnitzler, Augusto. “Bem-te-vi”. Leitura, análise e interpretação.

  7. Siri, Hilda. Die alte Truhe (O velho baú). Leitura, análise e interpretação.


11ª aula: 28 de abril

PALESTRA de Daniela Rothfuss, bibliotecária do Instituto Martius-Staden:

“Acervos e material de pesquisa sobre a imigração de língua alemã no Brasil”.

PALESTRA do Prof. Dr. José da Silva Simões: “Presença de alemães em São Paulo”.

 

12ª aula: 30 de abril


  1. A questão dos gêneros na literatura brasileira de expressão alemã”.

  2. Siri, Hilda. Erstes Weihnachtsfest in der neuen Kolonie (A primeira festa de Natal na nova colônia). Leitura, análise e interpretação.

  3. Siri, Hilda. Das Christbäumchen. Weihnachtsspiel in 4 Aufzügen. (A arvorezinha de Natal. Peça natalina em 4 atos. Leitura, análise e interpretação.

  4. Siri, Hilda. Frohe Weihnacht (Feliz Natal). Poema. Leitura, análise e interpretação.

  5. O legado dos imigrantes (visão parcial).

  6. Fechamento. Avaliação da disciplina.


FONTES BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS:

BRAUN, Mathaeus. Müllers Lena (A Lena do Moleiro). In: Serra-Post-Kalender. Ijuí, Ulrich Löw, 1950, p. 227-235. Também in: www.martiusstaden.org.br. PESQUISA. Recuperação de autores e obras. Matthaeus Braun.


GRELLERT, Otto. Jedem sein Paradies (A cada um seu paraíso). In: Serra-Post-Kalender. Ijuí, Ulrich Löw, 1954, p. 173-182. Também in: www.martiusstaden.org.br PESQUISA. Recuperação de autores e obras. Otto Grellert.
HERKENHOFF, Elly. Meisterschuß (Tiro de mestre). In: Deutsche Nachrichten, São Paulo, 17.12.1955, p. 14. Também in: www.martiusstaden.org.br. PESQUISA. Recuperação de autores e obras. Elly Herkenhoff. TRADUZIR
HERKENHOFF, Elly. Wiedersehen (Reencontro). In: Serra-Post Kalender, Ijuí, 1955, p. 215-221. Também in: www.martiusstaden.org.br (PESQUISA. Recuperação de autores e obras. Elly Herkenhoff). TRADUZIR
KAHLE, Maria. Die schwarze Madonna (A Madona negra). In: Kahle, Maria. Das verlorene Paradies (O paraíso perdido). Emsdetten, Lechte, 1960, p. 38-42. Também in: www.martiusstaden.org.br PESQUISA. Recuperação de autores e obras. Maria Kahle.
KOSERITZ, Karl von. Die Sühne (A expiação). In: Koseritz’ deutscher Volkskalender für die Provinz Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 1875, p. 33-63. Também in: www.martiusstaden.org.br. PESQUISA. Recuperação de autores e obras. Karl von Koseritz.
KUCHENBECKER, Luiz. Andere Länder, andere Sitten (Outras terras, outros usos). In: Serra-Post Kalender. Ijuí, Ulrich Löw, 1970, p. 209-225. Também in: www.martiusstaden.org.br. PESQUISA. Recuperação de autores e obras. Luiz Kuchenbecker.
REITZ, Alfred. Wie Klaus Krott zu seiner Stanz kam. Erzählung aus der Campanha (Como Klaus Krott se tornou dono de uma estância. Uma história da campanha gaúcha). In: Kalender für die Deutschen in Brasilien (Rotermund-Kalender). São Leopoldo, Rotermund Verlag, 1939, p. 65-85. Também in: www.martiusstaden.org.br. PESQUISA. Recuperação de autores e obras. Alfred Reitz.
RHEINHEIMER, Liti Belinha. O Campanário do tempo. Trilogia. Novo Hamburgo/Gramado, Hortênsias, 2006, 2008, 2009. Também in: www.martiusstaden.org.br. PESQUISA. Recuperação de autores e obras. Liti Belinha Rheinheimer.
RHEINHEIMER, Liti Belinha. Freundschaft mit Wurzeln. In: Brasil-Post. São Paulo, 22/07/1994, p. 22. Também in: www.martiusstaden.org.br. PESQUISA. Recuperação de autores e obras. Liti Belinha Rheinheimer.
SIRI, Hilda. Mucker und Spötter (Muckers e caçoadores). In: Zwanziger, Iris. Die alte Truhe. 2ª ed. Campinas, edição da autora, 2000, p. 224-250. Também in: www.martiusstaden.org.br PESQUISA. Recuperação de autores e obras. Hilda Siri.
SIRI, Hilda. Kleinigkeiten. Gedicht. (Miudezas. Poema). In: Zwanziger, Iris. Die alte Truhe. 2ª ed. Campinas, edição da autora, 2000, p. 141-145. Também in: www.martiusstaden.org.br. PESQUISA. Recuperação de autores e obras. Hilda Siri.
SIRI, Hilda. Erstes Weihnachtsfest in der neuen Kolonie (A primeira festa de Natal na nova colônia). In: Zwanziger, Iris. Die alte Truhe. 2ª ed. Campinas, edição da autora, 2000, p. 16-19. Também in: www.martiusstaden.org.br. PESQUISA. Recuperação de autores e obras. Hilda Siri.
SIRI, Hilda. Das Christbäumchen. Weihnachtsspiel in 4 Aufzügen. (A arvorezinha de Natal. Peça natalina em 4 atos). Ijuí, Ulrich Löw, s.d., 16 p. Também in: www.martiusstaden.org.br. PESQUISA. Recuperação de autores e obras. Hilda Siri.
SIRI, Hilda. Frohe Weihnacht (Feliz Natal). Poema. In: Die Serra-Post. Ijuí, 20.12.1952, p. 1. Também in: www.martiusstaden.org.br. PESQUISA. Recuperação de autores e obras. Hilda Siri. TRADUZIR
SIRI, Hilda. Die alte Truhe (O velho baú). In: Zwanziger, Iris. Die alte Truhe. Campinas, edição da autora, 2000, p. 23-31. Também in: www.martiusstaden.org.br PESQUISA. Recuperação de autores e obras. Hilda Siri.
SIRI, Hilda. Die Parade (O desfile). In: Zwanziger, Iris. Die alte Truhe. Campinas, edição da autora, 2000, p. 156-158. Também in: www.martiusstaden.org.br. PESQUISA. Recuperação de autores e obras. Hilda Siri.

SCHNITZLER, Augusto. Bem-te-vi. In: Steil, Marcelo. Desvendar o tempo. Blumenau, Editora HB, 2002, p. 15. XEROX


WEBER, Robert. Ein Weihnachtsmärchen (Um conto de natal). In: Kalender der Serra-Post. Ijuí, Ulrich Löw, 1924, p. 101-102. Também in: www.martiusstaden.org.br. PESQUISA. Recuperação de autores e obras. Robert Weber.
WUSTROW, Wilhelm. Die Edelsteinsucher. Ein Märchen vom Curupira (Os caçadores de pedras preciosas. Uma conto sobre o curupira). In: Kalender für die Deutschen in Brasilien (Rotermund - Kalender), São Leopoldo, Rotermund Verlag, 1928, p. 165 – 177. Também in: www.martiusstaden.org.br. PESQUISA. Recuperação de autores e obras. Wilhelm Wustrow.
WUSTROW, Wilhelm. Ein Ente (Um pato). In: Koseritz’ deutscher Volkskalender für das Kaiserreich Brasilien, Porto Alegre, 1910, p.149 – 163. Também in: www.martiusstaden.org.br. PESQUISA. Recuperação de autores e obras. Wilhelm Wustrow.

FONTES BIBLIOGRÁFICAS DE APOIO:

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CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO:

Seminário e trabalho escrito.


OBSERVAÇÕES:

A disciplina ocorrerá nos seguintes dias de 2015 das 14:00 às 18:00 horas:


Março: 17, 19, 24, 26, 31.

Abril: 07, 09, 14, 16, 23, 28 e 30.


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